Lohran Schmidt

Co-CEO na Desinchá

Bio Lohran Schmidt

Na casa de Lohran Schmidt, a referência de empreendedorismo é feminina. Sua mãe saiu do interior de Minas para empreender em BH. Sempre ganhou a vida empreendendo pequenos negócios: de uma joalheria a uma agência de marketing. Não é à toa que, ainda aos 4 anos, ele já pedia terno e gravata de Natal para brincar de trabalhar.

Ele conheceu Eduardo Vanzak pelos corredores do Ibmec em Belo Horizonte. Cursavam Administração à noite, mas empreendiam desde sempre. Na época, Lohran tocava a própria agência de marketing digital e Eduardo empreendia uma marca online de vestidos. Sem sócios, os empreendedores tinham uma série de desafios, mas ninguém com quem conversar. Foi assim que a amizade cresceu.

Os dois queriam empreender para transformar a vida das pessoas. E acreditavam que a resposta para isso estava na tecnologia. Com esse objetivo em mente, embarcaram para o Vale do Silício para participar da Tech Crunch Disrupt 2016. O objetivo era conhecer novos modelos de negócio para se inspirarem na construção de algo novo no Brasil.

Naqueles dias de evento, as ideias transitavam a milhares de quilômetros por hora. Eles conversavam o tempo inteiro sobre os diferentes segmentos, buscavam novas possibilidades, iam fundo nos modelos de negócio, mas a verdade é que não encontraram nada que fizesse os olhos brilharem. O verdadeiro insight veio, para surpresa dos dois, na pausa para o almoço.

Os dois paravam no Whole Foods quase todos os dias para almoçar. Em meio a inúmeras marcas de alimentação saudável, bebidas funcionais e propósitos diversos, encontraram a fagulha que tanto procuravam.

Assim, voltaram ao Brasil com a missão de transformar o segmento de bem-estar e alimentação saudável.

Na busca por uma oportunidade de negócio, a ideia da Desinchá surgiu na pausa para o almoço. Em meio a um mercado global de grande potencial, de chás, o produto precisaria construir um novo hábito no Brasil. No mundo, o chá é a segunda bebida mais consumida, apesar de o Brasil representar apenas 1% do mercado global. Para muitos, isso poderia ser um sinal de que o mercado nacional não tem interesse no produto. Mas para Eduardo e Lohran, era sinal de que encontraram um oceano azul. Os empreendedores entenderam que o chá poderia ser ponto de partida para mudanças ainda maiores na saúde e estilo de vida. No primeiro ano, foram 1,5 milhão de chás vendidos. Já em 2019, chegaram à marca de 4 milhões. Hoje, a Desinchá é uma das principais referências de marca com presença digital no Brasil.

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